
Estava em uma maré de má sorte naquele tempo.
Pulava de um relacionamento a relacionamento, nada dava certo.
Depressão já tinha tomado conta de mim, finalmente resolvi encarar um grande problema.
O lugar era repleto de pessoas estranhas, que nem eu temia, será que lá conseguiria ficar?
No fim da primeira semana notei algo estranho, uma pessoa em particular havia se destacado, uma garota.
Ela era pequena, fofa que nem um anjo, seus cabelos cacheados pareciam a coisa mais linda que já tinha visto, uma garota que brilhava em meio de tanta escuridão.
Tímida, porém determinada, linda porém frágil.
Na quele dia soube que precisava tê-la como minha amada. Talvez nem eu soubesse que seria tão forte.
A primeira vez que tive a oportunidade de beija-la não sabia como o fazer, estava tímido..
Me descontraí durante o filme que estavamos vendo, e foi este que me ajudou naquele momento mágico, os protagonistas iam se beijar, aproveitei a deixa e a beijei.
Nunca me esquecerei.
Como garoto confuso que sempre fui, não sabia o que fazer, estava com medo de namorar.
Mas decidi que era isso que queria, ela aceitou!
Que emoção!
O tempo foi passando, decidi fazer algo que nunca tinha feito para nenhuma menina em minha vida, comprar uma aliança.
Mas, oras! Por que não?
Aquele pequeno ser doce chamado Carolina estava me ajudando a sair das profundesas de uma depressão devastadora. Ela era tudo que eu sempre havia desejado.
Conforme nossa relação foi se aprofundando, fomos brigando.
Mas conforme fomos brigamos, fomos percebendo o quanto nos amavamos.
Meio ano depois, tanta coisa havia acontecido de bom, ela era como meu remédio para todo o mal no mundo, minha parte zen, meu porto seguro.
Lembro-me extamente do dia mais imprtante no nosso relacionamento, talvez de nossa vidas até então.
Era uma sexta feira, no começo do dia fomos ao parque, era um dia com bastante sol, um lindo dia.
Depois do parque resolvemos ir ao cinema, fomos ao shopping.
Vimos um filme, nos divertimos, depois fomos para minha casa, tinha alugado um filme, Crepúsculo.
Nunca me esquecerei da cena, nós deitados vendo o filme, e ela com a cabeça sob meu peito, quase dormindo.
Nesse momento soube,
nada mais no mundo me importava, apenas ela.
Mas um certo dia, não sei porquê, minha cabeça enlouqueçeu, meu sentido de bom senso sumiu, e como um ser incensível que nunca fui, quis terminar nosso relacionamento.
Logo no dia em que terminei nosso relacionamento senti algo horrviel no fundo de meu coração.
Passei od ia trancado em meu quarto, sem contato com o mundo exterior.
O dia seguinto, foi igualmente horrivel, mas pior.
A sensação de vê-la e não poder a beijar, a abraçar, e a chamar de 'meu amor' , ah! Aquilo me torturava, uma dor inenarrável.
Naquele chorei, chorei como em muito tampo não chorava, chorei por medo de perder a coisa mais preciosa da minha vida, ela.
Parecia sem saída, dessa vez eu havia ferrado tudo, ia perder a coisa mais importante de minha vida.
Chorei mais uma vez no dia seguinte, minha vida parecia um abismo sem fim.
Só caía e caía, sem parar.
E agora não sei mais o que fazer, será que vou perdê-la?
Eu a amo, mais que tudo neste mundo.
Pulava de um relacionamento a relacionamento, nada dava certo.
Depressão já tinha tomado conta de mim, finalmente resolvi encarar um grande problema.
O lugar era repleto de pessoas estranhas, que nem eu temia, será que lá conseguiria ficar?
No fim da primeira semana notei algo estranho, uma pessoa em particular havia se destacado, uma garota.
Ela era pequena, fofa que nem um anjo, seus cabelos cacheados pareciam a coisa mais linda que já tinha visto, uma garota que brilhava em meio de tanta escuridão.
Tímida, porém determinada, linda porém frágil.
Na quele dia soube que precisava tê-la como minha amada. Talvez nem eu soubesse que seria tão forte.
A primeira vez que tive a oportunidade de beija-la não sabia como o fazer, estava tímido..
Me descontraí durante o filme que estavamos vendo, e foi este que me ajudou naquele momento mágico, os protagonistas iam se beijar, aproveitei a deixa e a beijei.
Nunca me esquecerei.
Como garoto confuso que sempre fui, não sabia o que fazer, estava com medo de namorar.
Mas decidi que era isso que queria, ela aceitou!
Que emoção!
O tempo foi passando, decidi fazer algo que nunca tinha feito para nenhuma menina em minha vida, comprar uma aliança.
Mas, oras! Por que não?
Aquele pequeno ser doce chamado Carolina estava me ajudando a sair das profundesas de uma depressão devastadora. Ela era tudo que eu sempre havia desejado.
Conforme nossa relação foi se aprofundando, fomos brigando.
Mas conforme fomos brigamos, fomos percebendo o quanto nos amavamos.
Meio ano depois, tanta coisa havia acontecido de bom, ela era como meu remédio para todo o mal no mundo, minha parte zen, meu porto seguro.
Lembro-me extamente do dia mais imprtante no nosso relacionamento, talvez de nossa vidas até então.
Era uma sexta feira, no começo do dia fomos ao parque, era um dia com bastante sol, um lindo dia.
Depois do parque resolvemos ir ao cinema, fomos ao shopping.
Vimos um filme, nos divertimos, depois fomos para minha casa, tinha alugado um filme, Crepúsculo.
Nunca me esquecerei da cena, nós deitados vendo o filme, e ela com a cabeça sob meu peito, quase dormindo.
Nesse momento soube,
nada mais no mundo me importava, apenas ela.
Mas um certo dia, não sei porquê, minha cabeça enlouqueçeu, meu sentido de bom senso sumiu, e como um ser incensível que nunca fui, quis terminar nosso relacionamento.
Logo no dia em que terminei nosso relacionamento senti algo horrviel no fundo de meu coração.
Passei od ia trancado em meu quarto, sem contato com o mundo exterior.
O dia seguinto, foi igualmente horrivel, mas pior.
A sensação de vê-la e não poder a beijar, a abraçar, e a chamar de 'meu amor' , ah! Aquilo me torturava, uma dor inenarrável.
Naquele chorei, chorei como em muito tampo não chorava, chorei por medo de perder a coisa mais preciosa da minha vida, ela.
Parecia sem saída, dessa vez eu havia ferrado tudo, ia perder a coisa mais importante de minha vida.
Chorei mais uma vez no dia seguinte, minha vida parecia um abismo sem fim.
Só caía e caía, sem parar.
E agora não sei mais o que fazer, será que vou perdê-la?
Eu a amo, mais que tudo neste mundo.
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